“Não podia deixar de pensar nela, refletindo que talvez a culpa tivesse sido minha, apesar de tudo, se ela se portara tão mal naquela noite e perdera o meu respeito. Depois, pensei de novo que a culpa fora dela e que fora por fim, castigada. Mais tarde ainda, fiquei sem saber o que pensar. A minha cabeça estourava de dores me senti estonteado e percebi que não podia continuar vivendo em lembranças. Desejei partir dali e nunca mais voltar. É… parti, talvez as lembranças absorvam você agora.” - Matheus Abreu.
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